quarta-feira, 18 de março de 2015

Fácil...

É fácil reagirmos e pensarmos com lucidez quando o sucesso bate à nossa porta, mas é dificil conservarmos a serenidade quando as perdas e as dores da existência nos invadem . Muitos, nessas situações, revelam irritabilidade, intolerância e medo. Se quisermos observar a inteligência e a maturidade de alguém, não devemos analisá-las nas primaveras, mas nos invernos de sua existência.

Muitas pessoas, incluindo intelectuais, comportam-se com elegância quando o mundo as aplaude, mas perturbam-se e reagem impulsivamente quando os fracassos e os sofrimentos cruzam as avenidas de suas vidas. Não conseguem superar suas dificuldades nem sequer extrair lições das intempéries. 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

A incerteza

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Esperança...

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

domingo, 7 de setembro de 2014

EINSTEIN...

      Einstein  o gênio da física, foi considerado um dos maiores cérebros humanos. Mas teve alguns códigos da inteligência represados? Sim. Foram tão represados que ele cometeu algumas falhas inadmissíveis na relação com um dos seus filhos, mas raramente se comenta esse assunto na imprensa mundial.
      Einstein era um homem simples,sociável,gentil,amante da música, mas o Código da Resiliência, a ser estudado, e o Código da capacidade de se encantar atenta e prolongadamente com os pequenos estímulos da rotina diária estavam contraídos.
      O pensador da física explorou muito o mundo à sua volta, mas pouco o pequeno e infinito mundo da sua mente. Não decifrar esses Códigos foram provavelmente fatores que contribuíram para que ele construísse vilões em sua própria psique, tivesse traços depressivos, pensamentos mórbidos, pessimistas.
      O grande Einstein se apequenou. Abandonou um filho no momento em que este mais precisava dele. Como pode um humanista agir sem humanidade? Como pode um pai colocar um filho no rodapé da sua história por ser psicótico? Einstein foi a primeira grande celebridade da ciência. Mas, enquanto brilhava, seu filho vivia no anonimato de um manicômio.
      Todos os pais amam estar ao lado dos filhos que estão no pódio, mas a excelência do amor revela-se quando se está ao lado daqueles que nunca saíram das últimas fileiras.
      Não se comenta que o homem que mais conheceu as forças do universo físico foi derrotado pelos fenômenos de um universo mais complexo, o universo psíquico...



      

EUA...

       Nos EUA, segundo relatos 1% da população adulta esta encarcerada. Esses números são assombrosos. No Brasil, quem não esta encarcerado em prisões, está encarcerado em suas casas e escritórios com alarmes e sistemas de segurança. No belo aeroporto de Frankfurt,
 pode-se ouvir frequentemente a advertência para proteger bagagens e bolsas. 

      Vivemos em um mundo inseguro que precisa de um choque dos códigos de inteligência...

O REI JUDEU...

     Salomão, um grande sábio, fez um diagnóstico pessimista sobre a vida: tudo é vaidade.Nada de novo ocorre debaixo do sol. Para ele, o ser humano estava condenado à masmorra da mesmice. Por mais culto que seja, por mais conquistas que tenha, será aprisionado no cárcere do tédio sem grande sentido existencial.
     Mas será que o rei Salomão tem razão??? será que no fundo tudo se repete e se torna fonte do tédio? Será que o ser humano está destinado a ter a felicidade como eterna ilusão? Será que o sorriso do palhaço será sempre um disfarce? Será que o prazer de viver se esgota pouco a pouco da meninice à velhice?
     Salomão era uma pessoa carismática,envolvente,agradável. Reis e súditos,sábios e príncipes o admiravam. Mas cometeu um erro gravíssimo. Como todo rei, se envolveu em excesso de atividades. E de modo particular não converteu se carisma social em carisma psíquico. 
     Era grande no teatro social, mas se apequenou-se no teatro emocional. Deixou de se surpreender, de ter um romance com sua existência. Seu maior erro e que facilmente cometemos, é que imprimiu um ritmo de prazer fundamentado nos grandes eventos, nos grandes jantares, reuniões de cúpula, palácios, vestes deslumbrantes,carruagens. Na linguagem de hoje, viveu no rigor da moda e embriagado com os bens materiais. 
     CAIU EM UMA INSIDIOSA ARMADILHA...
     Na armadilha que todo homem cai, por não saber lidar com seu psique
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